De facto, está provado que o povo português tem memória curta. Ou então bastante selectiva.
O facto deste cavalheiro ter sido o mais votado na eleição do maior português revela duas coisas. Este nosso povo de brandos costumes não se importava nada de ver todas as suas liberdades fundamentais removidas a troco duma (falsa) segurança pública, duma economia (supostamente) crescente. E digo falsa segurança porque, se de facto seria menos perigoso sair à noite, seria altamente perigoso apanhar uma bebedeira e dizer mal do governo. Suposta economia crescente porque de facto no tempo do Fascismo havia imenso dinheiro público mas a população era extremamente pobre e iletrada.
Se pesarmos os prós e os contras do fascismo vemos que havias coisas boas, mas havia muitas coisas más. Pensem o que seria eu nem poder escrever este artigo sem o risco de ser executado sumariamente ou altamente torturado.
Mesmo havendo mais dinheiro público a população continuaria a emprobrecer porque nada seria feito para inovar a nossa tecnologia e para promover o crescimento económico (como aliás se viu nos mais de 40 anos do Fascismo).
Mal por mal, prefiro poder dizer o que penso (ter opinião) e lutar arduamente para o meu crescimento pessoal e económico, em vez de ficar, como muitos, à espera que as coisas aconteçam.
Pilhas de vezes dava por mim a dizer que se fosse primeiro-ministro fazia isto, fazia aquilo, mas nunca apontei nada. A partir de agora passo a postar aqui! eh eh quem sabe até saía daqui alguma coisa de jeito!
quarta-feira, abril 04, 2007
quinta-feira, março 22, 2007
Porquê que elegemos Mentirosos?
Quem são os nossos Governantes? O que faz com que alguém ganhe apoio de um partido para se candidatar a um cargo político? Infelizmente para a nossa sociedade, quem tem apoio político são os melhores mentirosos. Aqueles que sabem dizer às massas aquilo que eles querem ouvir e não o que é necessário dizer.
Os nossos gestores financeiros não são pessoas que tenham transformado empresas em impérios económicos.
Os nossos orientadores da educação não são pessoas com larga experiência directa com as crianças e com os jovens.
Os nossos directores de medicina não são pessoas que trabalhem em Hospitais à largos anos, convivendo com os pacientes.
E assim por diante.
São na verdade aqueles que têm poder económico mas porque exploram os outros, sabem os podres de meio partido para ganhar poleiros e destaques. Alguns chegam a ser pessoas com processos em tribunal, a decorrer ou arquivados, mas que têm grande influência em determinada esfera social.
Porquê? Porquê que não há alternativas? Porque as pessoas ainda preferem não ir votar do que ir votar em branco. As pessoas preferem desinteressar-se e deixar que escolham por eles.
Os Portugueses deixaram de amar a sua pátria e de lutar para que esta seja justa.
Quem se importar que comente.
Os nossos gestores financeiros não são pessoas que tenham transformado empresas em impérios económicos.
Os nossos orientadores da educação não são pessoas com larga experiência directa com as crianças e com os jovens.
Os nossos directores de medicina não são pessoas que trabalhem em Hospitais à largos anos, convivendo com os pacientes.
E assim por diante.
São na verdade aqueles que têm poder económico mas porque exploram os outros, sabem os podres de meio partido para ganhar poleiros e destaques. Alguns chegam a ser pessoas com processos em tribunal, a decorrer ou arquivados, mas que têm grande influência em determinada esfera social.
Porquê? Porquê que não há alternativas? Porque as pessoas ainda preferem não ir votar do que ir votar em branco. As pessoas preferem desinteressar-se e deixar que escolham por eles.
Os Portugueses deixaram de amar a sua pátria e de lutar para que esta seja justa.
Quem se importar que comente.
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
Aborto
Muito se tem discutido em relação ao aborto. Agora com um novo referendo a discussão torna-se mais acesa e mais intensa. Contudo ambas as partes deste duelo político se afastam da questão fundamental.
Pelo lado do "Não" temos os aspectos do direito à vida, de que o ser já é um ser vivo e de não quererem que os seus impostos paguem clínicas, a seu ver, de infantícido.
Pelo lado do "Sim" temos a luta pela dignidade da mulher, pela posso integral do corpo ou pelo direito a não ficar com a vida "desfeita" devido a uma gravidez indesejada.
Ambos, como já disse, fogem à questão fundamental.
A questão fundamental numa discussão do aborto é, e será sempre, "Será que o feto é um ser vivo?"
Provas científicas actuais demonstram que a partir da segunda semana já existe um sistema nervoso funcional e viável. Demonstram que o acto do aborto provocado gera complicações graves nas mulheres. Verifica-se que mesmo nas situações em que o aborto é realizado com as condições clínicas desejáveis, há um risco de 70% de todo o aparelho genital da mulher ficar seriamente comprometido pelo acto praticado. Que há 30% de hipótesses da mulher morrer ou ficar com a saúde física seriamente comprometida.
Tendo tudo isto em consideração, e voltando à questão fundamental, "Será que o feto é um ser vivo?"
O voto de cada cidadão não poderá ser mais claro.
Se o cidadão considera que de facto o feto é um ser vivo então deverá votar pela Não à legalização do aborto.
Se o cidadão considera que o feto não é um ser vivo então deverá optar pelo Sim à legalização do aborto, considerando é claro todas as questões científicas que foram referidas.
Luís Francisco Ribeiro
Pelo lado do "Não" temos os aspectos do direito à vida, de que o ser já é um ser vivo e de não quererem que os seus impostos paguem clínicas, a seu ver, de infantícido.
Pelo lado do "Sim" temos a luta pela dignidade da mulher, pela posso integral do corpo ou pelo direito a não ficar com a vida "desfeita" devido a uma gravidez indesejada.
Ambos, como já disse, fogem à questão fundamental.
A questão fundamental numa discussão do aborto é, e será sempre, "Será que o feto é um ser vivo?"
Provas científicas actuais demonstram que a partir da segunda semana já existe um sistema nervoso funcional e viável. Demonstram que o acto do aborto provocado gera complicações graves nas mulheres. Verifica-se que mesmo nas situações em que o aborto é realizado com as condições clínicas desejáveis, há um risco de 70% de todo o aparelho genital da mulher ficar seriamente comprometido pelo acto praticado. Que há 30% de hipótesses da mulher morrer ou ficar com a saúde física seriamente comprometida.
Tendo tudo isto em consideração, e voltando à questão fundamental, "Será que o feto é um ser vivo?"
O voto de cada cidadão não poderá ser mais claro.
Se o cidadão considera que de facto o feto é um ser vivo então deverá votar pela Não à legalização do aborto.
Se o cidadão considera que o feto não é um ser vivo então deverá optar pelo Sim à legalização do aborto, considerando é claro todas as questões científicas que foram referidas.
Luís Francisco Ribeiro
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