quarta-feira, abril 04, 2007

Salazar

De facto, está provado que o povo português tem memória curta. Ou então bastante selectiva.

O facto deste cavalheiro ter sido o mais votado na eleição do maior português revela duas coisas. Este nosso povo de brandos costumes não se importava nada de ver todas as suas liberdades fundamentais removidas a troco duma (falsa) segurança pública, duma economia (supostamente) crescente. E digo falsa segurança porque, se de facto seria menos perigoso sair à noite, seria altamente perigoso apanhar uma bebedeira e dizer mal do governo. Suposta economia crescente porque de facto no tempo do Fascismo havia imenso dinheiro público mas a população era extremamente pobre e iletrada.

Se pesarmos os prós e os contras do fascismo vemos que havias coisas boas, mas havia muitas coisas más. Pensem o que seria eu nem poder escrever este artigo sem o risco de ser executado sumariamente ou altamente torturado.

Mesmo havendo mais dinheiro público a população continuaria a emprobrecer porque nada seria feito para inovar a nossa tecnologia e para promover o crescimento económico (como aliás se viu nos mais de 40 anos do Fascismo).

Mal por mal, prefiro poder dizer o que penso (ter opinião) e lutar arduamente para o meu crescimento pessoal e económico, em vez de ficar, como muitos, à espera que as coisas aconteçam.

2 comentários:

Anónimo disse...

Tás enganado Xico, no tempo dete dito cujo e ténebre senhor Portugal era o país com maior taxa de iletracia, também o pais com menor número de hospitais pe capita logo só há uma conclusão a tirar " A ignorância dá saúde ".
Tenho dito.

Anónimo disse...

Tás enganado Xico, no tempo deste dito cujo e ténebre senhor Portugal era o país da Europa com maior taxa de iletracia era também o país com menos numero de hospitais per capita, logo só há uma conclusão a tirar "a ignorancia dá saúde".
tenho dito.