Ao apanhar o barco das 13h00 de Lisboa para o Seixal, fui brindado com mais uma das manifestações da extrema arrogância com que a Transtejo se tem comportado.
Por cima das cancelas de entrada estava uma pequena brochura intitulada "GRUPO TRANSTEJO ajusta a oferta, mantendo o essencial da Mobilidade Fluvial". Este breve texto surge como uma justificação ao atentado feito pela mesma empresa aos cidadãos que todos os dias recorrem ao serviços da Transtejo para poderem atravessar o rio Tejo. A título de exemplo pessoal, o novo horário corta-me cerca de 240min de productividade por semana pois sou forçado a apanhar barcos excessivamente cedo (sob pena de chegar atrasado ao local de trabalho) ou sair mais da formação que faço de forma contínua, perdendo tempo de aula.
A Transtejo, ainda gozando de forma vergonhosa com quem os sustenta, termina a brochura dizendo "O Grupo Transtejo lamenta o possível transtorno causado aos seus passageiros, mas está certo da sua compreensão, perante a inevitabilidade deste ajuste na manutenção da sustentabilidade do transporte fluvial." Acham com certeza que os passageiros sao broncos e estupidos. Com aumento brutal do preço dos combustíveis, aliado ao aumento do preço das portagens das pontes sobre o Tejo, o número de utilizadores dos transportes publicos aumentou de forma significativa. Como isto não desse mais lucro às empresas, estas ainda aumentaram os preços dos bilhetes e dos passes sociais. E agora querem que as pessoas acreditem que a sustentabilidade do transporte fluvial está em causa? Se está em causa é por má gestão da presente administração, se está em causa então a empresa que torne publica as contas da empresas. Se querem a nossa compreensão então mostrem-nos como é que é administrado o produto dos passes e dos bilhetes. Talvez aí possam contar com a nossa compreensão, mas até lá permito-me ver nestas medidas somente a tentativa vergonhosa de manter as vidas milionárias dos quadros superiores da empresa com total desrespeito pelo cidadão anónimo que não tem outra possibilidade senão recorrer aos transportes publicos para poder trabalhar e sustentar o seu lar.
A todos um Bem Haja (incluindo aos senhores administradores da Transtejo)
Por cima das cancelas de entrada estava uma pequena brochura intitulada "GRUPO TRANSTEJO ajusta a oferta, mantendo o essencial da Mobilidade Fluvial". Este breve texto surge como uma justificação ao atentado feito pela mesma empresa aos cidadãos que todos os dias recorrem ao serviços da Transtejo para poderem atravessar o rio Tejo. A título de exemplo pessoal, o novo horário corta-me cerca de 240min de productividade por semana pois sou forçado a apanhar barcos excessivamente cedo (sob pena de chegar atrasado ao local de trabalho) ou sair mais da formação que faço de forma contínua, perdendo tempo de aula.
A Transtejo, ainda gozando de forma vergonhosa com quem os sustenta, termina a brochura dizendo "O Grupo Transtejo lamenta o possível transtorno causado aos seus passageiros, mas está certo da sua compreensão, perante a inevitabilidade deste ajuste na manutenção da sustentabilidade do transporte fluvial." Acham com certeza que os passageiros sao broncos e estupidos. Com aumento brutal do preço dos combustíveis, aliado ao aumento do preço das portagens das pontes sobre o Tejo, o número de utilizadores dos transportes publicos aumentou de forma significativa. Como isto não desse mais lucro às empresas, estas ainda aumentaram os preços dos bilhetes e dos passes sociais. E agora querem que as pessoas acreditem que a sustentabilidade do transporte fluvial está em causa? Se está em causa é por má gestão da presente administração, se está em causa então a empresa que torne publica as contas da empresas. Se querem a nossa compreensão então mostrem-nos como é que é administrado o produto dos passes e dos bilhetes. Talvez aí possam contar com a nossa compreensão, mas até lá permito-me ver nestas medidas somente a tentativa vergonhosa de manter as vidas milionárias dos quadros superiores da empresa com total desrespeito pelo cidadão anónimo que não tem outra possibilidade senão recorrer aos transportes publicos para poder trabalhar e sustentar o seu lar.
A todos um Bem Haja (incluindo aos senhores administradores da Transtejo)
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