quarta-feira, julho 19, 2006

Líbano e Israel (again)

Pois, estes cavalheiros de facto não devem ter mais nada para fazer do que andar a disparar mísseis uns contra os outros. E o que fazem os países ocidentais que à anos lucram com a venda de armas a esses países? Simples! Evacuam os seus cidadãos e deixam os nativos a comer umas magníficas sandes de fome e levar com umas bombas na cabeça. Cambada de Cobardes! Mas não, não se pode ofender o nosso querido aliado Israel! Afinal de contas se os Judeus foram os bodes expiatórios durante séculos, nós que agora estamos cheios de complexos de culpa, especialmente depois do Holocausto, não podemos critica-los se não eles coitadinhos vão pensar que não gostamos deles e ficom com complexos de perseguição.

Meus Senhores, ONU especialmente, ganhem mas é coragem de encostar esses meninos (israelitas) à parede e obriga-los a parar com essa aberrancia que é o bombardeamento de civis!!

Tenho dito!

p.s. e mexam enquanto ainda há Líbano para proteger!

1 comentário:

Anónimo disse...

Nada na vida é tão assim tão simples, e quando falamos em Relações internacionais, relações entre estados soberanos, simplicidade é mesmo uma palavra proibida. Simplesmente , não se pode encostar Israel à parede, simplesmentenão se pode impedir ataques inter-nações, porque simplesmente..é impossível de tal ser feito.

Neste conflito nenhuma das partes é inocente. As razões evocadas por Israel para o ataque são legítimas e percebe-se a sua razaõ de ser. Israel é um estado "non grato" na região. de todos os países arábes só o Egipto reconhece a sua existência. O primeiro conflito que ocorreu entre árabes e israelitas, foi no dia 14 de Maio de 1948, dia da Independência Israelita. Os aliados abandonaram o território de manhã e á hora de almoço ergui-se pela primeira vez a bandeira do estado judeu. Ao fim da tarde uma coligação de países árabes (composto por todos os países circundantes) atacava o novo estado que tinha apenas 1 milhão de habitantes e pouco mais que nada. os navios de americanos e ingleses tiveram que regressar para proteger um estado criado com a aprovação da ONU.
ocorram nvos ataques, um dos quais em pleno dia santo para os Judeus. As tropas estavam desmobilizadas, as pessoas gozavam o seu feriado em recolhimento. Uma coligação de países arabes volta a atacar Israel.

Não quero com isto desculpar os Israelitas até porque com apoio dos ocidentais, especialemente norte-americanos, eles são uma grande potência militar e económica, e a arrogância deles levam-os a porem e disporem como muito bem querem. COntudo, Israel não é o bicho papaãp que muitos querem fazer crer. Aprenderam a defender-se e desenvolveram-se, criaram para os seus habitantes condições de vida invejaveis até na Europa, quanto mais na região.
O orgulho, a arrogância, o cíume, o despeito são as principais causas explicativas ds crise no médio-oriente.

e sabes porque não se pode encostar israel à parede. POrque governantes dos outos países,apesar de fazerem a apologia da paz e tranquilidade, fariam exatamente se o estado vizinho fosse governado por terroristas, se ameaça de morte pairasse constatemente sobre as suas cabeças. o rapatar de forças militares é um acto de guerra, em si mesmo. As nações aprenderam que a negociar, a procurar subter-refúgios para evitar os conflitos. Mas neste caso, e ainda que eu ache que outras soluções poderiam ser tentadas antes de ser entrar em conflito armado, a verdade é que Israel está a exercer o seu direito de defesa. é carne para canhão? Claro, mas foram os libaneses que atacaram primeiro. o mesmo se aplica aos palestinos. Para quê provocarem alguém mt mais forte que eles, quando sabem que não têm a minima hipotese?(isto tem explicação, fica para a próxima) Só se Israel fosse mt parvo é que n utilizaria o seu poder, e lembra-te que demonstrações de poder são os mais importantes dissuasores de possíveis ataques.
Israel comete abusos? Pois, estão em guerra, é "normal" que assim seja. Assim, como os libaneses cometeram, assim como os palestinos e todos os povos que entram em guerra! é triste, mas é a realidade.

O que é verdadeiramente triste, é que nem O Direito Internacional Humnaitário seja respeitado. A cruz Vermelha é uma entidade total e completamente neutral e independente. Goza de um estado priviligiado em colflitos, pois provê o cuidado médico e humanitário às populaçõs afectadas pelo conflito. Pois bem. desde 18 de Julho que o exército israelita invadiu o perimetro do Crescente Vermelho da Palestina, impedindo a movimentação da equipas médicas ( http://www.icrc.org/Web/Eng/siteeng0.nsf/html/israel-news-200706!OpenDocument . Em países como a Palestina, a Cruz Vermelha é a unica organização humanitária capaz de chegar à maioria da população, são a única réstia de sperança e humanidade em tempo de conflito e/ou catástrofe. Muitos te dirão de novo "é a guerra!", mas perante a inevitabilidade da guerra o Ser Humano criou regras para a guerra - Convenções de Genebra- e estas são a ser totalmente desrespeitadas!

Aqui sim, Israel erra completamente. Mas como nada é assim tão simples, muitos razões e interesses explicam estes comportamentos.

Tânia Moura